24.12.07

Natal



Existirá uma definição correcta para "Natal" e uma selecção acertada para o que se deseja nesta época?
Creio que não, mas como sei que a Saúde, o Amor (que numa das suas formas se chama Amizade) e a Serenidade são alguns dos ingredientes de uma Vida melhor, é o que desejo.
Não só neste Natal, mas Sempre!


8.12.07

13 semanas!!

(não é a minha barriga, mas gostei muito da imagem)

Dou-me conta que já há uns dias valentes que aqui não venho e surge-me a vontade de escrever umas palavras, notícias, partilhar pensamentos e sentimentos.

Dia 3, 2º feira, fomos à consulta e fizemos a eco para juntar ao Rastreio. Eco muito boa, com lágrimas à mistura (como já é hábito), mas muita risota e boa disposição também.

O nosso catraio "estava no ginásio", levou a mão e um pé à boca e, quando a médica tentava encontrar uma boa possição para uma medição "fincou o pé" (palavras aqui da Mãe), com uma das pernas toda esticadita.
A médica (está mesmo humana, a senhora, e como dou graças por isso), acompanhou envolvida toda a eco e disse a sorrir: "Estou a invadir a privacidade dele... e ele reage!".

Foram momentos de um bem-estar muito grande e não soubesse eu que, apesar de tudo, não se deve abusar das ecos e a médica tinha mais gente para atender, ficava ali todo o dia, fascinada!
"Eles fazem coisas muito engraçadas nesta altura", disse a médica e... fazem mesmo. Tudo nos delicia, principalmente depois de tanta luta e desesperança.
No final atirou que quase se esquecia de ver o sexo e eu disse que não fazíamos questão em saber. Ela lá viu e já se ía embora, quando eu lhe pergunto:
- Mas viu?
- Vi, mas não digo.
- Nós não fazemos questão de saber, mas (e olho para o meu cara-metade) também não fazemos questão de não saber.
- Então querem um palpite? É um rapaz!
E saiu para o consultório.

Lá nos encontrámos, minutos depois e, a meio, não resisti perguntar se costuma acertar nos "palpites" com 12-13 semanas.
- Até hoje nunca me enganei!, afirma com um sorriso.
Bem, os nomes de femininos que andavam a bailar na minha cabecita, volta e meia, foram quase totalmente colocados de lado, mas não foi tarefa imediata. Afinal, dia 8 de Janeiro há nova consulta (a periodicidade vai ser mensal) e talvez aí já haja algo mais concreto.

Acima de tudo, desejamos que o desenvolvimento continue bem, as pulsações dentro da normalidade, as análises bem. Saúde acima de tudo! Menino ou menina será óptimo!
2ª feira sabemos o resultado do Rastreio e lá vem o "cagufo", mas... há tantos anos habituada a ter medo, como mudar para um optimismo e despreocupação totais? Já consegui o meio-termo (acho) e estou muito contente por isso.

Arrisquei, como já fez as benditas 12 semanas (agora já nas 13), comprar umas calças próprias, pois andar desapertada e desconfortável não estava a ajudar. Outras compras? Só no final do 2º trimestre. A tentação é alguma, mas o principal está a pulsar. O resto, são pormenores, para já.


Entretanto, antes de me pôr aqui a debitar, fui "passear" em alguns blogs. Não vou ao Forum da API (muito orgulhosa da mudança de nome, por diversas razões) e já me ando a sentir culpada, mas os blogs tenho continuado a visitar com alguma regularidade.
Muitas lágrimas chorei eu!
Umas de alegria (muita) e outras de aperto no coração, como é o caso de alguém que não conheço presencialmente, mas não me sai do coração.
Torço tanto por todas vocês, como torço por mim! Desejo-vos o melhor e nunca tive dúvidas disso. Estamos no mesmo barco, ainda que umas mais à frente, outras quase a "agarrar-nos".
Ainda ontem, a ver um episódio do "Friends" me emocionei. São personagens, mas retratam a vida real em muitos pontos e aquele fez-me recordar algo inesquecível: o resultado de testes de fertilidade, a desorientação dos resultados, o abraço entre dois seres que se amam.

Muita força para todas(os), do coração!

20.11.07

A tarde encheu-se de sol



E não é que, contra todas as minhas expectativas/previsões, el signor mi marido me aparece em casa a meio da tarde?

Só me apetecia atirar para os braços dele, mas contive-me, a aguardar o que o trazia a casa àquela hora.
"Não quero ficar chateado contigo!"
Chorei, chorei, chorei, chorei.

Conversámos e foi muito bom (pelo meio, levei um "puxãozito de orelhas" merecido, mas também aquele abraço, compreensão parte-a-parte e muito amor).
Se calhar exagerei... ou talvez não.
O facto é que as hormonas ficaram mais loucas ainda e ele ainda cá lanchou, antes de voltar para o trabalho.

E... a tarde encheu-se de sol!

19.11.07

Cinzento/a



Hoje estou cinzenta como o dia de chuva lá fora!

Ontem à noite fiz um esforço brutal para sair do sofá e ir prá cama, depois de já ali estar quentinha e a beber um cházito. Demorei, arrastei-me e fui.
Tinha estado a trabalhar 3 horitas sem contar durante a tarde e, à noite, deu-me para algumas arrumações no escritório, depois de cerca de 2h às voltas com material de trabalho.
Estava cansada, mas ao deitar-me o coração e a respiração aceleraram, a posição demorou a ser encontrada. Dormi.

02:00h - acordo para ir à casa de banho e meia mal-disposta. Volto e "apago" quase de imediato.
07:00h - acordo indisposta. É a posição na cama, o estômago? Ah, sim, claro, o nariz entupido e a bexiga cheia de novo. Voltas e reviravoltas. Decisão: levantar e beber um leite (pergunto-me mil vezes como é que meia maldisposta me apetece leite, mas a resposta do meu corpo é sempre a mesma: "Sim!!"), comer uma fatia de pão, passar pela casa-de-banho e tentar dormir mais um pouco.
Quando o despertador toca sei ter adormecido há pouco, sinto o corpo a pedir (muito) descanso e o nariz cada vez mais entupido. Desligo o "bicho".

Pelas 12:30 acordo. É a bexiga de novo, alguma fome e o sono que já chega. Coloco as duas bolinhas de "Utrogestan" e, enquanto aguardo, penso no cansaço que continuo a sentir, no trabalho que tenho marcado à tarde. Dou conta que o dia está verdadeiramente cinzento, que chove imenso e que estou meia apática.

Chega o cara-metade com o almoço.
Desejei um cumprimeto meigo, atencioso, um "Então, como é que estás?". Já agora, se não é pedir muito, um abraço e dois dedos de conversa.
Engano meu! "Não acredito que ainda estás na cama!", "Depois não comes nada, já sei como é.", "Mas o que é que te deu?"
"Desliguei o despertador de manhã, sinto-me meia febril e dormi até há pouco.", respondo ainda na esperança da compreensão e do apoio.
"E não sabias pôr o despertador para mais tarde? Já sabes que tens de te levantar antes do almoço ou agora comes uma quantidadezita de nada..." (não estaremos a generalizar como é teu hábito, marido?!)
"Adormeci, já te disse. Estou cansada e gripada. Nem dei conta... ". E arescento: "Mas o que te interessa é só a comida? Gaita, estou-te a dizer que estou meia constipada, caramba!"

Ele volta à cozinha e sala, oiço pratos, talheres e o começo da sua refeição.

Como me apetecia o almoço na cama... Alguém perguntou? Não.
Espero um pouco mais que "as bolinhas" sejam absorvidas, agasalho-me bem e vou até à sala.

Sento-me e como. Sabe-me bem a sopa, o quente do arroz corrido com couves escuras. Como a quantidade que me é normal e dou por mim com as lágrimas a cair perto da última garfada. O silêncio "mata-me".
Levanto-me, vou dois minutos ao quarto, regresso, acabo de comer, levantamos a mesa a meias, faço uma máquina de roupa e vou à casa de banho: apetece-me vomitar o dia de hoje!

O silêncio que se manteve todo o almoço é quebrado pelo telefone fixo que toca. Atende e é para mim. Da casa de banho dou-me conta da simpatia ao telefone, do "Sim, está tudo bem, obrigado." e apetece-me mandar um berro. Desliga, diz-me quem era e eu só consigo responder "Não estou para ninguém!"

De imediato toca o meu telemóvel. Tantas e tantas vezes ignorado, dou conta que se dirige a ele e me vem dizer que "Era um 91".
Respondo torto! Saio da casa-de-banho e falo irritada.

"Estás bem educada, sim senhor!"
"Sabes, é que o meu marido hoje disse-me Bom Dia! e quando viu que eu estava na cama perguntou-me o que tinha, se precisava de alguma coisa, se tinha febre. Essas coisas! Se calhar devia era ir trabalhar à bruta e, se tivesse que tomar algum antibiótico, que se lixasse. Pode ser que, ao menos, te interesse saber que "o teu filho está com febre"".

Trocamos mais duas ou três frases tortas (o meu cinismo saiu da caixa a todo o vapor, ele fala revoltado e transpira razão em cada palavra dita). Desliga o computador, enquanto pula da cadeira do escritório.
Em 2 minutos está a vestir o casaco e a abrir a porta de casa.
Só consigo dizer "Se é para estar sozinha é mesmo melhor assim!"
"É. Se calhar é mesmo." e foi-se!

Fico a sentir-me sozinha, desnorteada, nervosíssima e sem saber o que fazer com a minha tarde e com as palavras que ficaram aqui atravessadas por dizer.

Aqueço a almofada de sementes no microondas, recolho "material" para a tarde e volto à cama.
Apetece-me enviar-lhe uma mensagem, mas sei que ía dar asneira. Fico quieta.
Apetece-me fala com ele, mas não tenho como. Por telemóvel sinto que é ridículo. Fico quieta.
Afago a barriga e tento afastar a "raiva" que me vai cá dentro em relação a tamanho bloco de gelo, frieza, racionalismo e falta de sensibilidade de há pouco. Não posso sentir-me assim e... fico quieta.

Ligo para a pessoa com quem tinha combinado à tarde, peço desculpa pelo incómodo, explico que estou constipada e que alteramos para amanhã. Tenho voz e atitude de compreensão do outro lado da linha. "Então até amanhã, mas só se já puder!"

O dia está exageradamente escuro e, fora o meu amor dentro de mim, a minha alma não está muito melhor.
Apetece-me pedir carinho, compreensão. Apetece-me pedir abraços e mimos. Mas não está cá ninguém em casa.

Levanto-me para vir buscar uns papéis e dá-me para ver se tenho mails. Antes passo pelo blog e é de imediato que clico em "nova mensagem". Preciso deitar cá para fora, escrever porque não falar, tentar desfazer-me desta mistura de dor com culpa ("o teu filho está com febre"?!??? O que me deu?), quebrar este sentimento de solidão.

Apetecia-me era estar a trabalhar, não ter que fazer desmarcações e produzir. Conviver, vestir-me e à minha pequenina barrigota e ir passeá-la, mostrar-lhe o mundo lá fora de novo e como é trabalhar, cumprimentar pessoas, usar guarda-chuva. Mas tenho receio de piorar (ando neste "chove não molha" de constipação há quase uma semana) e tenho a possibilidade de descansar, de ficar em casa.
Tenho receio de ficar pior, mas fico atrofiada de passar o dia em casa. Mil dúvidas me assaltam. Estarei a tomar a atitude correcta?! Devia ter esforçado um pouco mais e ido trabalhar normalmente?

Não sei! E não tive oportunidade de decidir a meias, como desejava.

14.11.07

Mini-gente

Poetic Journey by Sabzi

"Estava a dormir, o malandro" e "Cá está ele, todo espevitado!" foram as frases que me ficaram a bailar na cabeça e no coração depois da consulta de ontem.
Tanto como já estar de 10 semanas, o/a catraio/a medir 3,47cm e estar com o coraçãozito a 160/minuto.
Não posso mentir: é lindo demais!
Na memória estão outras imagens bonitas (muito bonitas), que desejo continuem a acontecer e a ser sinónimo de que tudo está a correr bem.
É que o medo apodera-se de mim nos dias que antecedem e se seguem às consultas... Mais nos que antecedem, acho.

Para dar descanso ao corpo (que está com sintomas de gripe) e à mente (que está de ressaca da tensão dos últimos 4 dias), nada como acordar com a cabeça pesadíssima, a garganta a arranhar e um cansaço descomunal e... ficar todo o dia em casa!
De manhã, descansei umas horas. Dormia mais, não viesse o cara-metade à hora de almoço com a sua insistência para eu comer.
À tarde, o descanso foi subjectivo, pois fartei-me de analisar e resolver questões por telefone e internet. A vontade é "pôr na horizontal" e atacar o meu livro. Se dormir, dormi!

Mas antes tive vontade de vir aqui.

Dia 3 de Dezembro nova viagem ao mundo do/a mini-gente, com direito a rastreio bioquímico.
Que as surpresas continuem a ser boas... para todos nós.
Do coração!


Quem já passou por este "estado de encantamento" sabe na pele do que falo.
Quem ainda não passou, sonha com ele e passará em breve, acredito!
Não baixem os braços, peço-vos!

6.11.07

Bem melhor!


A necessidade de escrever tem sido pouca ou a inspiração vem quando menos dá jeito: estou a adormecer e saltam pensamentos e emoções que apetece escrever para guardar para mais tarde.
Mas a preguiça instala-se e o quentinho da cama fala mais alto. Resultado: lá me mantenho enroscada no edredon (sim, aqui já faz frio!) e as palavras ficam por escrever.

A ansiedade e a angústia estão bem menores e eu muito mais serena (quando escrevo ou digo isto, fico com medo de ter uma surpresa menos boa, mas penso cada vez menos assim!)
O mal-estar diminuiu... inversamente proporcional ao pesosito pequenino e dureza da barrigota :O)
Na próxima 3ª feira temos nova consulta e quero muito que as notícias continuem a ser boas! É que o desejo de ser mãe continua!

Há pouco passei no blog da Luna e deparei-me com a sua eco das 8 semanas e um dia. Andamos lado a lado e, no meu íntimo, sempre tive esperança que tal acontecesse. Está a acontecer!

Mas nem sempre as notícias que leio me deixam com um sorriso nos lábios... Há dias chorei lágrimas de dor sentida. Como é característico meu, quando choro é a sério e sofri. A minha palavra é de muito carinho e admiração. Muito mesmo!

Agora vou até ao sofá, que não pára de me chamar há mais de uma hora.

24.10.07

Feijão ou Feijoca...



Já não é um girino: é um "feijão"!
Entrámos ontem na 7ª semana. Está crescido (9,3mm) e as pulsações são 130/minuto.
Está bem e recomenda-se.

Ontem, durante a consulta, estive bem.
Emocionei-me com o som do bater do coração, tirei dúvidas e minhocas da cabeça, ri-me com a médica, saí mais serena.
Mas... a verdade é que ando mal disposta dia-sim, dia-sim. Junte-se-lhe uma valente dose de irritabilidade, angústia e ansiedade e dá o aperto de coração que tenho em mim e que se tem apoderado de mim em muitas horas dos últimos dias.
Será que ainda não me saiu de cima o peso da luta contra a infertilidade?
Será que me desgastei demais nessa luta?
Estarei de "ressaca"?
Serão as hormonas?

Bolas, preciso e quero ficar bem depressa! Resgatar o meu sorriso, a minha garra para levantar de manhã e o meu bom-humor.
Por mim. Por nós... os três!

Nota: Claro que pode ser uma "feijoca"!

8.10.07

1 mm de gente!


Estou exausta (e a ligação da net parece não estar mais enérgica que eu), mas estou FELIZ!

Hoje disse, com todas as letras, no meio do Dolce Vita (Coimbra): "Estou grávida!"

Após a consulta, combinei encontro com a Amiga que passou por um processo ainda mais longo que o meu e me indicou a médica. O tempo é sempre pouco para "pôr a conversa em dia", mas deu para receber aquele abraço, vir a lágrima ao olho, trocar sonhos, ideias e dúvidas, brincar com o filhote dela e seguir o seu conselho: "Não tenhas medo! Diz de boca cheia que estás grávida! Aproveita. Tu mereces!"
E, na despedida, já a uns metros de distância, lá disse eu, para quem quisesse ouvir. Soube tãããão bem!

Já andava desde quinta-feira com vontade de o fazer, mas o receio era muito e, entretanto, com o aproximar da consulta, o medo e a ansiedade voltaram a dar a cara. Já bastava quem sabia, pensei.

Fui toda a viagem ansiosa, tive de respirar fundo e pedir ao cara-metade para esperar um segundo antes de entrar e lá fomos.
Os primeiros minutos foram de "bichos carpinteiros" e um medo aterrador. Depois, o cara-metade começou as suas tentativas de me distrair e acabei por ser a mais divertida e "parva" de tanto (so)rir. Cheguei a sentir peso de consciência por quem lá podia estar com vontade de chorar. Se fosse há 1 mês ía-me irritar aquele riso e boa-disposição! Mais de metade era nervosismo, mas as pessoas não sabiam...

Entrámos. Conheci novos espaços dentro daquele Espaço, voltei a sentir-me lá bem, aconchegada, serena. Depois de vestir o bendito saiote, instalei-me na cadeira de observações e ouvi minutos depois que a estava a estrear. "Hoje é só estreias.", disse a médica, bem disposta.
Mas feliz deixou-me o facto de, após ter conseguido relaxar um pouco, verbalizar os meus receios e fechar os olhos, ouvir que o saco gestacional está bem implantado e "Parece-me haver aqui já um milímetro de gente! Parabéns!"
Pesei-me e seguiu-se a consulta que foi recheada de explicações, recomendações e questões, requisição de nova bateria de análises, uma receita e marcação de nova consulta.
Na recepção, as felicitações da Eliana, a recepcionista.
Aquele local sim, eu recomendo! Aquela equipa sim, faz-nos sentir bem.

Continuo o meu percurso de "desejodesermãe".

Parabéns a quem já o conseguiu, perserverança a quem está a caminho e muita força para quem pensa que a luz ao fundo do túnel só brilha para os outros.

Lembrem-se sempre que os outros, para os outros, somos nós!

4.10.07

Baixinho...

... para não quebrar o encanto.

Positivo!

1.10.07

PARABÉNS, LUNA!!!




Não estou em mim! Mas não estou em mim de contente. De muito contente!
Luna, vibrei (ainda estou a vibrar ou não estaria aqui) com o que acabei de ler. É que tive um jantar sem contar e vim "esganada" para saber notícias.

Positivo!

Pelo menos, uma camélia vem a caminho. E estou feliz, muito feliz por ti, por vocês.
Que seja(m) tão fresca(s), suave(s) e bela(s) como o que me transmite esta imagem que te deixo.
TUDO DE BOM!!!!


Vou agora dar uma violenta espreita ao fórum e quebrar outra promessa de ausência, pois aposto que lá circulam taças de champagne e, se calhar, alguém a precisar de uma palavra de ânimo. Até depois!