24.10.07

Feijão ou Feijoca...



Já não é um girino: é um "feijão"!
Entrámos ontem na 7ª semana. Está crescido (9,3mm) e as pulsações são 130/minuto.
Está bem e recomenda-se.

Ontem, durante a consulta, estive bem.
Emocionei-me com o som do bater do coração, tirei dúvidas e minhocas da cabeça, ri-me com a médica, saí mais serena.
Mas... a verdade é que ando mal disposta dia-sim, dia-sim. Junte-se-lhe uma valente dose de irritabilidade, angústia e ansiedade e dá o aperto de coração que tenho em mim e que se tem apoderado de mim em muitas horas dos últimos dias.
Será que ainda não me saiu de cima o peso da luta contra a infertilidade?
Será que me desgastei demais nessa luta?
Estarei de "ressaca"?
Serão as hormonas?

Bolas, preciso e quero ficar bem depressa! Resgatar o meu sorriso, a minha garra para levantar de manhã e o meu bom-humor.
Por mim. Por nós... os três!

Nota: Claro que pode ser uma "feijoca"!

8.10.07

1 mm de gente!


Estou exausta (e a ligação da net parece não estar mais enérgica que eu), mas estou FELIZ!

Hoje disse, com todas as letras, no meio do Dolce Vita (Coimbra): "Estou grávida!"

Após a consulta, combinei encontro com a Amiga que passou por um processo ainda mais longo que o meu e me indicou a médica. O tempo é sempre pouco para "pôr a conversa em dia", mas deu para receber aquele abraço, vir a lágrima ao olho, trocar sonhos, ideias e dúvidas, brincar com o filhote dela e seguir o seu conselho: "Não tenhas medo! Diz de boca cheia que estás grávida! Aproveita. Tu mereces!"
E, na despedida, já a uns metros de distância, lá disse eu, para quem quisesse ouvir. Soube tãããão bem!

Já andava desde quinta-feira com vontade de o fazer, mas o receio era muito e, entretanto, com o aproximar da consulta, o medo e a ansiedade voltaram a dar a cara. Já bastava quem sabia, pensei.

Fui toda a viagem ansiosa, tive de respirar fundo e pedir ao cara-metade para esperar um segundo antes de entrar e lá fomos.
Os primeiros minutos foram de "bichos carpinteiros" e um medo aterrador. Depois, o cara-metade começou as suas tentativas de me distrair e acabei por ser a mais divertida e "parva" de tanto (so)rir. Cheguei a sentir peso de consciência por quem lá podia estar com vontade de chorar. Se fosse há 1 mês ía-me irritar aquele riso e boa-disposição! Mais de metade era nervosismo, mas as pessoas não sabiam...

Entrámos. Conheci novos espaços dentro daquele Espaço, voltei a sentir-me lá bem, aconchegada, serena. Depois de vestir o bendito saiote, instalei-me na cadeira de observações e ouvi minutos depois que a estava a estrear. "Hoje é só estreias.", disse a médica, bem disposta.
Mas feliz deixou-me o facto de, após ter conseguido relaxar um pouco, verbalizar os meus receios e fechar os olhos, ouvir que o saco gestacional está bem implantado e "Parece-me haver aqui já um milímetro de gente! Parabéns!"
Pesei-me e seguiu-se a consulta que foi recheada de explicações, recomendações e questões, requisição de nova bateria de análises, uma receita e marcação de nova consulta.
Na recepção, as felicitações da Eliana, a recepcionista.
Aquele local sim, eu recomendo! Aquela equipa sim, faz-nos sentir bem.

Continuo o meu percurso de "desejodesermãe".

Parabéns a quem já o conseguiu, perserverança a quem está a caminho e muita força para quem pensa que a luz ao fundo do túnel só brilha para os outros.

Lembrem-se sempre que os outros, para os outros, somos nós!

4.10.07

Baixinho...

... para não quebrar o encanto.

Positivo!

1.10.07

PARABÉNS, LUNA!!!




Não estou em mim! Mas não estou em mim de contente. De muito contente!
Luna, vibrei (ainda estou a vibrar ou não estaria aqui) com o que acabei de ler. É que tive um jantar sem contar e vim "esganada" para saber notícias.

Positivo!

Pelo menos, uma camélia vem a caminho. E estou feliz, muito feliz por ti, por vocês.
Que seja(m) tão fresca(s), suave(s) e bela(s) como o que me transmite esta imagem que te deixo.
TUDO DE BOM!!!!


Vou agora dar uma violenta espreita ao fórum e quebrar outra promessa de ausência, pois aposto que lá circulam taças de champagne e, se calhar, alguém a precisar de uma palavra de ânimo. Até depois!

29.9.07

Até depois

Preciso "fugir" daqui enquanto consigo alguma lucidez para me distrair no fim de semana.
Com o fórum o mesmo, apesar de me sentir em casa, de pantufas e tudo!
Bom fim de semana para todos nós.
Que a Serenidade esteja na ordem do dia.
Para a semana hei-de dar sinal.

26.9.07

Adenda!

É tão difícil falar do que não se sabe!

25.9.07

Muito Obrigada!


Dou-me conta dos comentários deixados e sinto necessidade de dizer que tenho plena consciência que, a maior parte das vezes, os palpites magoam por falta de informação do lado de lá e sensibilidade extrema do lado de cá.
As outras vezes, acho que é mesmo falta de sensibilidade de quem está do outro lado e não faz (ou quer fazer) o mínimo esforço para entender. É que dá trabalho e não é nada com eles...

Sei que muito mais importante é ter quem me compreenda, mesmo não tendo obrigatoriamente que passar pelo mesmo (se sei!), mas às vezes estupidamente parece que me esqueço e valorizo outras coisas.
Normalmente, respondo com muita calma e tacto. Sábado, a ansiedade e a angústia falaram mais alto.

Ontem andei "fechada para obras" e canalizei toda a minha fúria para trabalhos domésticos (a casa agradeceu as arrumações que fiz e deseja secretamente que eu tenha mais dias assim...) e para o trabalho fora de casa: a um domingo, fui trabalhar!
Como o apetite não era muito, a silhueta também anseia por mais dias assim, pois não abusei e limitei-me a comer q.b. Aproveitei para matar saudades dos Pais e, como nos velhos tempos, ver o "noticiário" com eles.
Já em casa, fiz um bolo, jantei a bela da sopa, vim escrever um mail pendente há tempo demais, fiz "sofá" (desporto interessante!) e bebi um chá preparado pelo cara-metade. Adormeci mais serena!

Percebi que o meu anseio é ter novamente uma felicidade inesperada, tal como foi com a IIU. Mas sinto que desta vez estou à espera e parte de mim acredita, logo não vai acontecer. Superstição? Feeling? Medo? Não sei! Mas sinto! Duas seguidas era bom demais para ser verdade!!

Mesmo assim, hoje tive uma "conversinha pé de orelha" com as amigas "ansiedade" e "angústia", mandei-as dar uma curva... e elas foram. Quando voltam? Provavelmente dentro de poucos dias...
Aliás, sei que estão apenas adormecidas, à espera de um deslize para "voltar a atacar". Mas vou aproveitar a onda de muito trabalho e distracção obrigatória que tive hoje (e me aguarda nos próximos dias) e mergulhar nela. Até 6ª feira, vou assumir e iniciar funções novas, a nível profissional.

Acreditem que senti cada palavra vossa. Chegou cá.
Uma vez mais, Muito Obrigada!

22.9.07

É tão fácil falar do que não se sabe



É, sem dúvida, fácil falar do que não se sabe, se conhece ou se vive(u).
Dar palpites, opinar, sugerir.
É tão fácil magoar sem querer!!

A minha (pouca) esperança está-se a esfumar. À sensação de peito dorido que diminui, junto-lhe o péssimo humor de hoje e o “2+2” dá-me 4: tensão pré-menstrual. Tenho praticamente a certeza!

Ao final da tarde, num hipermercado da cidade, encontramos um casal conhecido e os seus dois filhos.
"Então, e quando é que vocês arranjam um? Já está na altura! Não querem?!"
Sem "passar pelo filtro" e já a fervilhar por dentro, sai-me "Não quero eu outra coisa há mais de dois anos. O pior é conseguir!"
"Ah (coloca a mão no meu ombro, com um ar entendido e maternal), mas olha que não podes ficar ansiosa! A sério! Tens de ir ao Dr. X. Dizem que ele faz milagres."
"Ai é?! Mas só se for para me mandar uma queca..."
Dou conta que já não sou eu a falar, que as palavras me saiem sem qualquer ponderação ou racionalidade. Sinto-me cada vez mais irritada, "cega", prestes a explodir.
Apetece-me encostá-la a uma prateleira e explicar-lhe tudo muito bem explicadinho. Mas há os filhos, os nossos cara-metade e... ups, a minha Mãe, que se apercebe de imediato que posso ser verdadeiramente indelicada. Afinal... Mãe é Mãe e esta não é diferente!

"Mas então porquê?"
"Infertilidade. Há uma doença que se chama infertilidade. No nosso caso, inexplicada. E há que assumi-lo. Para quê esconder?"
"Ah, vais ver que quando menos esperares engravidas."
Mas esta gente é mouca ou burra?! É um assunto de que nunca se fala, sei, estão desinformados. Mas eu acabei de falar... E o pior é que não estou em condições para informar ninguém. Sequer ver alguém.
"Sim, sim. É como dizer a uma pessoa que tem um cancro: Quando esqueceres a quimio vais ficar bem. Relaxa!"
Ao ponto a que eu cheguei!!!
"Mas olha que, então, há um bom no Porto."
"Sim, eu sei, obrigada! Já ando nisto há uns tempos, mas estamos a ser acompanhados noutro lado."
"Mas olha que a minha irmã, quando foi do segundo, também pensou que ía ter de voltar a desobstruir as trompas e ver da ovulação e com o Dr. X foi quando menos esperou e sem ter de fazer nada!"
"Que bom, acredita. Mas as minhas trompas estão bem, a ovulação também e com o ... também está tudo bem.", digo já um pouco mais calma e com vontade de ficar a falar, pois sinto que é com boa-vontade que tudo me é dito.

"Vem aí bebé?", salta o marido que o meu tentava disfarçadamente manter afastado da conversa.
"Não, não. Infertilidade, jovem!"
"Mas tu ou ele?"
"Nem um, nem outro. Ou melhor, os dois!"
"Então quer dizer que vocês, um com o outro, nada?!", diz a rir.
Aldra!!! Magoa, magoa, magoa!
E acrescenta. "Mas com outras pessoas..."
"É, era o que eu estava a dizer à tua mulher em relação ao Dr. X. Ou então começo aí a dar umas voltas!", respondo possessa.
"Ou ele. Bem , mas isso não te resolve o problema a ti."
"Não, mas resolve a ele, não é?", respondo bruta e cínica, com um sorriso amarelo nos lábios.
"Olha, aquela já fechou.", continua, apontando para a mulher.
"É, mas daqui a uns aninhos vou adoptar uma menina. É só eles crescerem um bocadinho mais." desenvolve ela. E prossegue: "Sempre quis ter uma menina, sabes? São tão lindas. Tu não?"
Tirem-me daqui. Tirem-me daqui. Tirem-me daqui.
Mando-a abaixo de Braga ou... que parte é que ela não percebeu?!
"Tenho lá umas vizinhas, duas meninas pequeninas, que sempre que chego do trabalho vêm a correr para mim. São uns amores!"
A sério? Nunca tinha imaginado tal cenário! Coisa estranha... Penso, mas calo. Não abro mais a minha boca, decidi.

Um pouco graças à minha Mãe, que já pegava numas coisas um pouco mais à frente, despedimo-nos.
Já sem os ver, digo alguns "Porquê?", "Como é que é possível?!", "Eu passo-me com esta gente.", "Arre gaita!! Mas as pessoas são burras? É assim tão difícil perceber?!" e oiço, num tom baixo e ponderado:
"Filha, as pessoas não sabem. Falam com boa intenção. Tantas vezes dizemos coisas sem querer..."
"Mas tantas vezes seguidas? Bolas!!", ainda digo, mas não obtenho resposta.

O resto das compras é feito de cara fechada. A vontade é que, com um desejado passe de mágica, apareça em minha casa, no meu quarto. Não ver ninguém e talvez chorar. Talvez?! Chorar sem dúvida, enquanto me rouo toda por dentro.

Deixamos a Mãe em casa. Nem lhe consigo responder se lá almoçamos amanhã ou não. Toco-lhe no braço e faço uma festa rápida (preciso senti-la!) e digo que ligo mais tarde.
Sigo pela circular, não há trânsito e acelero um pouquito mais. Preciso chegar a casa e ficar só, para sofrer e fazer as pazes (ou não) com tudo isto.
As compras são trazidas e arrumadas de uma forma flecha e decidida.

Antes de aquecer a sopa, vou à casa-de-banho colocar o relógio e olho para o espelho. Não quero/consigo/apetece olhar para a cara. É no peito que me centro e olho de relance a barriga.
Porque o peito tem vindo a doer desde a IIU e hoje praticamente não? Porque me iludi?
A tentar não sonhar, ía sonhando. Silenciosa em relação ao peito, ía saboreando a sensação e "amamentando a esperança".

Volto à cozinha e, quando me sento à mesa, também o meu cara-metade não consigo encarar. Sinto-me inferior, apesar de racionalmente saber não ter razões para tal.
Quando pego no talher, esbarro na caixa de Aspirina GR.
Não dá mais!
Afasto a caixa, poiso novamente o talher, levanto-me, sigo rumo ao quarto e atiro-me para cima da cama.
Para quê seis cápsulas vaginais e uma aspirina por dia? Para quê? Para quê?! Para prolongar e reforçar este sufoco de me iludir? Para, daqui a uma semana, o meu castelo ruir e ficar de rastos?
Apetece-me chorar, mas fico apática a olhar a parede do quarto.
Várias frases me vêm à cabeça. Várias angústias, outros tantos medos, um sem-fim de desgastes volta à tona.
"Até quando?", questiono-me.

Ele vem ter comigo.
Fechada na minha concha, deixo-o fazer-me festas no cabelo sem reagir. Mas algo me faz agarrar-lhe forte e carinhosamente uma mão, escondo a cabeça e choro baixinho.
Na cabeça e no coração a frase "A dor secreta da infertilidade".
Se as pessoas soubessem...

Sei que ainda faltam uns dias para o período vir, mas... não acredito.
Só que vou desejando, sonhando, combatendo. E dói-me, dói-me tanto!!

18.9.07

Regresso a Casa



A inspiração não é muita, mas a necessidade de deixar algo escrito sim.
As surpresas foram muitas, os resultados uma incógnita.

Viagem com certeza de ter ovulado, à chegada ao consultório reparar que a médica estava de bom humor e muito atenciosa (fez-lhe bem as férias), esperar só 10 minutos pela eco, logo seguida de consulta.
Ovulei, confirma-se. Ainda se deve ir a tempo para tentar a IIU. Decidir!
Troca de opiniões, de olhares ansiosos, de sorrisos nervosos. "Sim, sim! Claro que sim!!"
Receita da caixa de Gonal que "foi à vida" quando o frigorífico pifou, a que juntou Utogestan e Aspirina GR.
- Já almoçaram?
- Não propriamente...
- Então vão comer qualquer coisa. A técnica só lá está às 15:30 para fazer a recolha e depois já vai com mais força.
Calcula-se a hora para a IIU, confirma-se o local (Espaço Infertilidade) e... sai o Obrigada! com sorriso de orelha a orelha, impossível de disfarçar.

O cara-metade começa a ficar nervoso com a colheita, meio atónito. A ansiedade parece passar de mim para ele.

Vamos almoçar (tarefa menos fácil para ele, mas a fomeca aperta) e meia hora antes do combinado já estamos a entrar no Espaço Fertilidade.
Ao contrário do consultório, o local é novo, acolhedor, completíssimo e com um atendimento de primeira. "Que bom!" Apetece saltar, pular, percorrer cada salinha e agradecer tanta simpatia e empatia.
Aguardamos, faz-se a colheita e chega a técnica para a preparação do esperma. Temos cerca de 1h para desanuviar, o que não é tarefa fácil dadas as circunstâncias.

O ar puro sabe bem, caiem algumas pingas de chuva, as pernas tremem um bocadito.
Livraria Almedina, que fica perto e há livros para ver. Mal chegamos, sento-me, respiro fundo pela enésima vez e procuro uma garrafa de água. Ele perde-se por entre as estantes de livros, já a cmeçar a relaxar. Na mesa, tento ler uma reportagem sobre a Madre Teresa de Calcutá, ponho os óculos, bebo mais um gole de água, leio mais umas linhas, tiro os óculos, volto a olhar na direcção das estantes e... dou-lhe um toque.
"Como és capaz de me dixar aqui sozinha?! Caramba!"
"Desculpa, tens razão. É que me consegui distrair... Mas tens razão, desculpa."
Saímos, caminhamos um pouco, sentamos. Preciso desabafar, conversar, até dizer balelas.
Toca o telefone. É engano.
Toca o telefone. "Já está tudo pronto, quando quiserem vir..."
"Sim, sim, estamos perto. Vamos já!"

Lá sobe a adrenalina e lá caminhamos em passo rápido.
Novamente a simpatia de todas, incluindo a médica. O consultório impecável, o biombo, o "saiote", todos os componentes físicos. Até a cor da parede me chama a atenção.
Já preparada, entram as duas (médica e... médica) e tudo se passa num pestanejar de olhos.
10 minutos deitada, levantar devagar.
Ops, dor abdominal forte, suores frios, enjoos.
Pagamos, o cara-metade vai buscar o carro, mas quando dá o toque para o telemóvel já eu estou deitada no sofá da recepção, com tratamento VIP, ben-u-ron 1gr no bucho, a médica responsável pelo esperma a abanar uma revista na minha cara, um copo de água com açúcar a caminho, as pernas são-me levantadas e vou arrebitando.
Apercebo-me depois que se assustaram com a minha palidez e que não reagi à "ET": é comum acontecer.
Quando eu (e todos) confirmo que estou bem, e depois de um pouco mais de conversa agradável pelo meio, desejam-nos boa sorte e agradecemos. É o regresso a casa!

Paragem para o "sócio" abastecer com um "Twix" e a viagem corre bem, com o banco rebatido e o ar condicionado ligado, por indicação da equipa.
Farmácia e casinha, doce casinha.
Arrumam-se recibos (ai, ai!), põe-se a medicação à vista e oiço "E que tal uma pizza pró jantar?". Sorrio, pois sei como ele gosta e o quão poucas vezes comemos fast food. Aliás, a questão "jantar" fica resolvida. Claro que alinho!

Bom, já falei com um par de pessoas, recebi e respondi a algumas mensagens e todas as dores passaram.
Sei que não foi uma vitória, mas metade dela foi! Como disse uma amiga "São dois a pensar em três" e é verdade.
Agora, sem presões, o tempo trará o veredicto final.
Aceita-se apoio, carinho, mimo e chamadas à realidade. Ah! E apoio, e carinho e mimo, outra vez!
E eu que não me iluda demais, por favor!

Para quem não tinha inspiração...

Medo ou feeling?

Vou sair para Coimbra. A consulta e eco do 10º dia esperam-nos.
Ontem passei o dia com bastantes dores de barriga, como sinto todas as ovulações, mas muito mais forte.
Tal como em Maio, estou convencida que a ovulação já passou e que não vai haver IIU.
Mais, sinto, acho, penso ou tenho medo que os meus óvulos não sejam mesmo de qualidade, pequenos e que não consiga engravidar.
Estou sisuda, séria, com vontade de chorar.
Tenho MUITO MEDO do que posso saber hoje.
Até ver!